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- Pererecas, Sapos e Rãs
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PERERECA
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FILO: Chordata
CLASSE: Amphybia
SUPERORDEM: Salientia
- ORDEM: Diplasiocoela
FAMÍLIA: Polypedatidae
- CARACTERÍSTICAS:
Ossos dos dedos elásticos. Grandes
Membranas interdigitais. Ovos:
fertilizados pelo macho.
Após a postura
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- Rãs em árvores? Parece inacreditável
mas existe. A família das Racoforídeas, a qual
pertence a perereca, compreende cerca de 150
espécies. Esses anfíbios possuem na extremidade
de cada dedo pequenas almofadas adesivas com
que se prendem facilmente aos galhos. Além disso,
são dotados de membranas elásticas, estendidas
entre, que formam uma espécie de pipa. Encurvando
o tórax e estendendo as pernas, as pererecas
podem realizar vôos de quase dois metros.
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- Essas rãs põem seus ovos de maneira
curiosa. Primeiro escolhem uma árvore pendente
sobre o pântano ou charco. Os ovos, depositados
nas folhas dos ramos mais baixos, estão envolvidos
em uma substância pegajosa, parecida com clara
de ovo. A Fêmea, ajudada às vezes pelo macho,
bate essa massa com as patas traseiras até que
ela fique com o aspecto de clara batida em neve.
Quando nascem, os girinos secretam uma substância
que os livra da massa pegajosa. Caem então no
pântano e começam sua vida aquática.
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- O gênero Rhacophorus é comum no
Sudeste Asiático, mas a verdadeira rã planadora
só é encontrada nas florestas de java.
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SAPO - O comedor
de besouros
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- FILO: Chordata
- CLASSE: Amphybia
SUPERORDEM: Salienta
- Macho, 112,5 cm,
ÓRDEM: Procoela
FAMÍLIA: Bufonidae
- CARACTERÍSTICAS:
- Comprimento: fêmea,
2,5 cm,
- Peso: fêmea 1,6 Kg,
Macho 350g
- Ovos: 35000 por ano.
Poucos inimigos
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Como desenvolvimento da cultura da cana- de-
açúcar, houve um grande aumento de besouros
- da - cana, que são insetos daninhos. Esse
besouro tem um inimigo, o sapo, também chamado
cururu, que foi levado aos canaviais para eliminar
o besouro. Infelizmente, esse comedor de besouros
não se interessou pela refeição e, assim, os
insetos continuaram a devorar a cana.
Esses sapos possuem duas glândulas do veneno
na parte posterior da cabeça. O veneno esbranquiçado
de sabor e odor desagradável oferece perigo
até para o homem. O predador que ingerir esse
veneno altamente tóxico certamente morrerá.
As cobras e algumas aves, especialmente o íbis,
as vezes engolem um sapo inteiro, mas ele se
infla e sufoca o inimigo.
O cururu tem hábitos noturnos. Alimenta - se
de insetos, camundongos, cobras e caracóis.
Possui uma bolsa grande que lhe permite coaxar
de modo a ser ouvido longe. Sua reprodução é
igual à do sapo comum e multiplica - se com
rapidez.
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SAPO PARTEIRO - Chocadeira
Ambulante
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- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
SUPERORDEM: Salientia
ORDEM: Opisthocoela
FAMILIA: Discoglossidae
- CARACTERÍSTICA: Comprimento:
até 5 cm.
- As fêmeas são maiores
que os machos
- Pés parcialmente palmados
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É difícil ver o acasalamento do sapo - parteiro,
pois só acontece de noite e em lugares bem escondidos.
Esse acasalamento também é muito mais rápido
que o dos outros sapos. Depois de atrair a fêmea,
o macho envolve - lhe o corpo com suas patas
traseiras e a ajuda a eliminar os óvulos. Esse
óvulos são postos em cordões envolvidos por
um material gelatinoso. O macho cobre - os com
esperma e encharca - os de urina, que faz inchar
a proteção gelatinosa. Em seguida, ele pendura
o cordão de ovos fertilizados nas patas e o
carrega durante três semanas. Nesse tempo, pode
encontrar outras fêmeas e juntar mais ovos ao
primeiro lote. Quando os ovos estão prestes
a se abrir, o macho os larga perto da água .
Os girinos (larvas do sapo) sofrem metarmofoses
antes de se tornarem sapos adultos.
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- Durante seus passeios noturnos,
o sapo - parteiro alimenta - se principalmente
de insetos, lesmas e caracóis. É encontrado
por toda a Europa oriental até o extremo sul
de Portugal. Mais rasteja que pula. Suas patas
traseiras são próprias para cavar, mas ele prefere
as tocas cavadas por outros animais ou uma fenda
entre as rochas.
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SAPO PIPA
- Cinqüenta filhos nas costas!
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- FILO: Chordata
CLASSE :Amphibia
SUPERORDEM: Salientia (Anura)
ORDEM: Opisthocoela
FAMÍLIA: Pipidae
CARACTERÍSTICAS: Comprimento
da fêmea 20 cm. Comprimento do macho:
15 cm. Dorso verde. Ventre acinzentado.
Duas protuberâncias semelhantes
a tentáculos junto a boca
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O sapo - pipa vive nos pântanos da região amazônica.
É com certeza um dos anfíbios mais estranhos
que existe. Tem a boca desdentada, olhos miúdos
e seu corpo coberto de verrugas parece um grande
saco achatado. Suas pernas dianteiras são finas
e os dedos compridos com um círculo de filamentos
na ponta. As pernas traseiras, ao contrário,
são gordas e os dedos, palmados. Este sapo não
é inteiramente aquático; ele cava o lodo à procura
de alimento.
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- O método de reprodução é ainda
mais curioso. O casal abraçado dá saltos mortais
na água. Quando a fêmea está submersa ela elimina
uns poucos óvulos junto aos pés do macho. Ele
os fecunda e os gruda nas costas da fêmea. A
cena se repete até que ela tenha várias dúzias
de ovos, encerrando cada um deles num pequeno
caroço. Dez semanas depois os ovos se abrem
e os filhotes começam a projetar - se para fora
dos caroços. Mas eles permanecem aí por mais
dois ou três meses, alimentando - os de vermes
e insetos aquáticos. Depois de várias metarmofoses,
transformam - se em adultos em miniatura.
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SAPO COMUM
- Estranha asfixia
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- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
SUPERORDEM: Salientia
ORDEM: Procoela
FAMÍLIA: Bufonidae
- CARACTERÍSTICAS: Comprimento
fêmea: 15, cm - Macho: 7,5,
cm
- Postura: 3000 a 4000
ovos
- Expele secreção venenosa
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O sapo comum tem uma pele dura e ressecada,
coberta de pequenas escamas. Algumas moscas
maiores costumam depositar os ovos na pele dos
sapos velhos. As larvas, quando nascem , penetram
no corpo do sapo através das suas narinas. O
sapo, dessa forma, impossibilitado de respirar
e morre.
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- Com as patas traseiras, os sapos
cavam buracos, nos quais hibernam durante o
inverno. A época do acasalamento é o início
da primavera. Ocorre nos pântanos e dura várias
semanas. Os ovos são postos em fileiras que
podem alcançar até 5 m de comprimento. Os girinos
nascem após dez dias. Depois de uma série de
metamorfoses, transformam - se em sapinhos.
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- O sapo captura suas presas com
a língua ágil. Ela fecha os olhos para engolir
o alimento. Isso não é um truque, mas uma necessidade:
os grandes olhos são forçados para cavidade
bucal a fim de empurrar os alimentos para a
garganta. Os sapos são úteis ao homem porque
com seu grande apetite comem muitos vermes,
lagartas e insetos nocivos de várias espécies.
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RELA- RELA
- DE - TINGIR - Cuidado: Veneno!
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FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
ORDEM: Procoela
FAMÍLIA: Brachycephalidae
- CARACTERÍSTICAS: Comprimento:
1 a 5 (conforme a espécie). cores
brilhantes
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Os animais de colorido mais acentuado são freqüentemente
os mais perigosos. Esse colorido é um alerta
aos predadores eventuais e significa "não toque"!
De todos os vertebrados , rela , rela , de tingir,
também chamados dendrobatas, são os que apresentam
cores mais brilhantes. Isso não é de admirar,
já que sua pele segrega um dos venenos mais
violentos do mundo: um quarto de miligrama é
suficiente para matar um homem.
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- As espécies de dendrobatas encontradas
nas florestas tropicais das Américas Central
e do Sul vivem tanto em árvores como no chão
. Todas se alimentam de insetos. Além de colorido
brilhante, esses animais se distinguem pelas
grandes ventosas que têm na ponta de cada dedo.
Também na reprodução os dendrobatas se comportam
de forma incomum. O macho da maioria dos sapos
abraça a fêmea fortemente e fecunda os ovos
à medida que eles são postos. Algumas espécies
de dendrobatas executam uma dança nupcial em
que dois parceiros salta contra o outro, várias
vezes seguidas. Mais tarde, a fêmea deposita
seus ovos na terra, o macho os fecunda e os
coloca em seu próprio dorso. É aí que os filhotes
nascem e passam seus primeiros tempos de vida.
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BREVICEPS
- Uma Rã que não gosta de água
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- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
ORDEM: Diplasiocoela
FAMÍLIA: Brevicipitidae
- CARACTERÍSTICAS: Comprimento:
8 cm
- O macho é menor
- Membros curtos e delgados
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Os sapos da família dos Brevicipitídeos desprezam
a água: são encontrados até no deserto de Kalahari.
O breviceps não sabe nadar e, se cai na água,
afoga - se. Seu nome significa "cabeça pequena".
De fato sua cabeça é muito pequena e, quando
ele se inquieta, incha o corpo . Então a cabeça
desaparece completamente e dela só se vêem os
olhos.
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- Encontrado em todo Sul da África,
o breviceps só está em atividade três meses
por ano, de Outono a Dezembro. No resto do tempo,
ele dorme profundamente enterrado no solo em
uma toca cavada com os esporões que possui nos
pés. Durante três meses de atividade, vive em
uma toca menos profunda, só saindo para caçar
vermes e insetos (principalmente térmitas).
Freqüentemente caça, sem sair da toca, apanhando
o que passa ao seu alcance. Um pouco antes de
começar a chover , o breviceps fica na entrada
de sua toca, entoando um coaxar rápido e repetido,
às vezes em coro. O acasalamento e a postura
são realizados numa toca alargada. Seu ovo é
grande com uma bola de brilhar e dentro dele
ocorrem metamorfoses. Ao cabo de dois meses,
nasce uma pequena rã de 7 mm de comprimento,
já sem cauda e com patas.
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SAPO MALAIO
- Chifres de mentirinha
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- FILO; Chordata
CLASSE : Amphibia
SUPERORDEM: Anomocoela
ORDEM: Salientia (Anura)
FAMÍLIA: Pelobatidae
- CARACTERÍSTICAS:
- Comprimento: 25 cm
- Largura: 20 cm
- Boca muito larga
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O sapo- malaio tem três chifres, um em cima de
cada olho e outro na ponta do nariz. Esses chifres
não valem nada como arma, pois são simples dobras
de peles completamente moles .Servem apenas
para meter medo á possíveis adversários ou para
camuflar seu dono.
- Quando caça, o sapo - malaio fica
totalmente imóvel até que sua presa chegue bem
perto.
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- Ele come insetos, rãs, répteis
, aves e roedores de pequeno porte, e até mesmo
outros sapos - malaios, pois na realidade, estes
são seus piores inimigos. Poucos predadores
atacam um animal assim tão vivamente colorido,
já que isso costuma ser sinal da presença de
um veneno qualquer. Além disso, os sapos - malaios
são robustos, de cabeça maciça e maxilas reforçadas,
e têm as costas protegidas por um escudo ósseo.
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- Os sapos - malaios só são encontrados
no Sudeste asiático. Na América do Sul existem
"sapos de chifres" de uma espécie completamente
diferente, embora iguais no aspecto e no comportamento.
Apenas os girinos das 2 espécies diferem: os
americanos são carnívoros e os asiáticos, herbívoros.
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RÃ COMUM
- O amor é cego
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- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
SUPERORDEM: Salientia
ORDEM: diplasiocoela
FAMÍLIA: Ranidae
- CARACTERÍSTICAS:Ovos: 2000 a 3000
por ano, com GIRINO: cerca
de 1,2cm hiberna de de outubro a
março( no hemisfério Norte)
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Uma coisa estranha acontece durante o período
de reprodução da rã comum: O macho fica tão
amoroso que procura se cruzar com qualquer
coisa, até mesmo com pedras e peixes. Muitas
vezes acontece dos peixes morrerem sufocados
com o seu abraço apertado. O cruzamento ocorre
no fim do inverno, logo após a hibernação, assim
que a temperatura sobe um pouco. Machos e fêmeas
se reúnem perto de pântano e fazem alarde de
sua presença, coaxando. O acasalamento dura
cerca de 24 Horas. A fêmea põe 2.000 ou 3.000
ovos, que o macho cobre com esperma. Os ovos
são cobertos com uma massa gelatinosa, que protege
de intempérie. O desenvolvimento do girino é
semelhante ao da rã - verde. Os jovens adultos
são capazes de reprodução depois de três anos.
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- A rã se locomove aos pulos. Alimenta-
se de caramujos ,lesmas e insetos, apanhando-
os com a língua. Não tem muitos meios de defesa
e frequentemente é tragada por peixes carnívoros,
aves pernaltas e cobras. As pessoas também caçam
as rãs por causa de sua carne. Esses numerosos
predadores, porém, não ameaçam de extinção a
rã comum, devido à abundância com que ela se
reproduz.
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RÃ VERDE - Para o aquário ou para
a mesa?
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FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
SUPERORDEM: Salientia
ORDEM: Diplasiocoela
FAMÍLIA: Ranidae
CARACTERÍSTICAS: Comprimento:
10 cm. Pés traseiros com membranas entre
os dedos. HABITAT: sempre perto
de água . OVOS: 10000, com 0,2mm
de diâmetro. Sua voz provém de um saco
externo inflável... |
A rã - verde - européia mostrada nesta ficha
é semelhante, mas não idêntica, à rã americana.
Ela è tímida: ao menor ruído, mergulha nas águas
do charco e esconde-se entre as plantas aquáticas
. A noite, é fácil capturá -la com uma lanterna,
pois surpreendentemente ela não procura escapar
e pode ser pega com as mãos. Algumas das rãs
- verdes capturadas vão enriquecer aquários,
uma vez que elas se dão bem em cativeiro. O
destino das outras, entretanto, é bem conhecido;
perna de rã é uma fina iguaria, principalmente
na Europa.
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- Em maio, a Rã - verde põe uma massa
de ovos que se juntam em blocos. Em contato
com a água tornam - se gelatinosos. Depois da
fecundação, cada um contém uma pequena pinta
preta, o embrião. Em poucos dias , este se transforma
em uma larva sem pernas e com uma cauda: girino.
No primeiro mês de vida, o girino respira por
brânquias, como um peixe. Depois as pernas crescem.
Ao mesmo tempo, fecha - se a cavidade branquial,
os pulmões desenvolvem - se e o girino pode
respirar fora da água. Após uma série de metamorfoses,
que dura três meses, ele se transforma em rã.
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RÃ - ÁGIL - Ela vive mais tempo em
terra
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- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia
ORDEM: Diplasiocoela
FAMÍLIA: Ranidae
CARACTERÍSTICAS: Comprimento:
7 cm
- 600 a 1500 ovos
- Incubação: 15 dias
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A rã - ágil vai procriar na água
, mas depois de postos e fecundados os óvulos,
macho e fêmea voltam para a terra firme e aí
permanecem até a primavera seguinte. Os ovos
não flutuam e ficam no fundo, mesmo quando a
água faz inchar a gelatina que os envolve.
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- Inicialmente herbívoros, depois
carnívoros, os girinos desenvolvem - se rapidamente,
adquirem patas e perdem a cauda. Mas a maioria
será devorada pelos carnívoros de água doce
(díticos, larvas, etc.). Os sobreviventes, em
forma de pequenas rãs, sairão da água com dois
meses de idade. Só retornarão depois de adultos,
dois ou três anos mais tarde.
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- A rã - ágil é encontrada na metade
Sul da Europa. Suas patas posteriores são excepcionalmente
compridas, o que lhe permite dar pulos de até
2 m de extensão (daí o nome ágil). Seu dorso
é acinzentado, puxando para o amarelo ou vermelho
e salpicado de pequenas manchas pretas. Ela
caça insetos, mas se alimenta de vermes e lesmas.
Se chove, sai durante o dia; se não, somente
no crepúsculo. No outono, o macho se enterra
no lodo a fêmea, debaixo de folhas, e hibernam
até a primavera, despertando de tempos em tempos
quando o frio abranda.
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